quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Cultura Local & Cultura Global

Entrevista com Elinaldo Rodrigues, Editor de Cultura, Escritor e Jornalista da Paraíba, falando sobre Cultura Local vs. Cultura Global.
Benedito dos Santos (Bené)
Paraíba - Abril - 2005
Além da Capoeira, um dos maiores interesses do Jornal do Capoeira é o de trazer aos leitores informações sobre aspectos culturais no Brasil, com ênfase especial à cultura afro-brasileira. Embora as manifestações brasileiras sejam nosso foco, hoje em dia é impossível ter visões exclusivamente locais e regionais. Dessa forma, neste artigo, apresentamos uma análise sobre o sentido Global da Cultura Brasileira.

Com o advento da globalização, alguns paradigmas começam a sofrer modificações. O que antigamente, em termos de manifestações culturais, era algo apenas regionalizado - o que muitos chamam de cultura local ou cultura regional - atualmente essa postura começa a ganhar outra conotação, tendo em vista o eixo da informação girar em todos os sentidos. Provocando assim, a quebra desse caráter de cultura local, pois, todos começam a entender a cultural regional já de uma forma mais ampla, mais globalizada. No último dia 28 de março, ocorreu na Paraíba, um evento que vem tomando proporções mundiais, que é o "Círculo dos Tambores". É uma manifestação cultural que ocorre simultaneamente, com pequenas diferenças de tempo devido ao fuso horário. Mas a simultaneidade é muito forte. Passeando por esse evento, deparei com Elinaldo Rodrigues, Editor de Cultura, Escritor e Jornalista. Representando o Jornal do Capoeira na Paraíba, aproveitei a oportunidade para entrevistar Elinaldo, que nos esclareceu, com muita propriedade, uma visão geral obre a questão Cultura Local & Cultura Global.

Vamos a entrevista.

JOCAP - Elinaldo, como você vê a questão da cultura local e global?
Elinaldo Rodrigues - "Eu acho que a cultura popular tem um sentido universal. Quando se fala em cultura global, dá a impressão de que cultura popular está relegada, ela está limitada a determinados ambientes geográficos, mas na verdade, ela lida com determinados símbolos e determinadas simbologias. E muitos elementos a fazem, aparentemente, ter uma compreensão só local. Mas a cultura popular pode e deve ter uma compreensão em qualquer lugar do mundo em que for manifestada, ou em que for apresentada.
JOCAP - Elinaldo, dois artista, Jean Baptiste Debret (Ilustração 1 - 1834) e Johann-Moritz Rugendas (Ilustação 2 - 1930), que caracterizaram em seus trabalhos, traços muitos populares aos dias de hoje, principalmente os personagens negros no contexto histórico. Jamais se imaginária que, por exemplo, a capoeira daria o resultado que está dando hoje,nem tampouco teria esses traços que de ser uma cultural internacional. O que você tem a falar sobre este efeito da Capoeira ter passado de uma prática recriminada (século XIX e início do XX) à uma cultura internacional, alcançando prestigio tem todos os cantos do mundo.
Elinaldo -  "É que hoje, evidentemente com toda essa tecnologia disponível, com a velocidade que a comunicação está se desenvolvendo, está sendo trabalhada, tem facilitado o maior acesso da população de outras regiões do país e do mundo, a determinados elementos da cultura que, determinados momentos era limitada à algumas regiões. Ela não alcançava outras regiões por falta de comunicação. Com isso, podemos perceber que aspectos dessa cultura, da cultura negra por exemplo, começam a ganhar uma dimensão muito mais ampla. Isso só revela a força que ela tem e sempre teve, é está acontecendo por conta da maior amplitude de informação. É por conta justamente dessas novas tecnologias disponíveis nos dias de hoje. Afinal vivemos na era da comunicação.
JOCAP " Como você vê essas culturas regionais praticadas na Paraíba, com seus traços fortes, como cultura de massa da Paraíba, sendo inserida no contexto nacional?
Elinaldo - "Eu vejo que a Paraíba, é uma amostra muito fiel do que é a representatividade da cultura brasileira. Porque a grande massa da cultura paraibana é justamente a diversidade, a diversidade cultural, onde você encontra desde o cantador de coco, desde a tribo indígena, que dança suas danças peculiares, o artesanato indígena, além de determinadas manifestações artísticas e estéticas que são consideradas contemporâneas. Então, se eu pudesse caracterizar a cultura paraibana, eu a identificaria como sendo de elevado teor de diversidade", Finalizou Elinado Rodrigues.

Benedito dos Santos

 * * * 

Bené é pesquisador de Cultura Popular da Paraíba, e integrante do Grupo Zumbi de Cultura Popular

Contra-mestre Chico, da Paraíba, avalia Festival de 2004

Nesta entrevista, realizada pelo pesquisador de cultura popular Benedito dos Santos, o Bené, contra-mestre Chico avalia os resultados do Festival realizado pelo Mestre Naldinho, em dezembro de 2004, João Pessoa, Paraíba.

Há uma comunidade distante uns 40 quilômetros da capital paraibana chamada Gurugi. Essa comunidade é detentora de uma história de resistência muito grande, assim como é o exemplo de resistência da própria Capoeira. A comunidade de Gurugi não desistiu de lutar por suas terras e hoje, apesar de ainda não terem seus direitos totalmente respeitados, já vivem dias melhores, garantindo o desenvolvimento de seus legados culturais, onde seu ponto forte é o Coco de Roda.
            Em meados de 2003, iniciou se em Gurugi, um trabalho de Capoeira com a comunidade, com o objetivo de garantir à mesma um processo de resgate do passado, bem como a junção de outras culturas daquele povoado. Esse trabalho é desenvolvido por FLAVIANO RIBEIRO DA SILVA, (Contra-Mestre Chico), que falou com exclusividade ao Jornal do Capoeira. Aproveitando a oportunidade, Chico falou também sobre o Festival realizado em dezembro de 2004.
            O contra-mestre Chico apresentou um panorama sobre a Capoeira Angola na Paraíba, suas dificuldades, bem como dos  desafios a serem vencidos.
JCap " Contra-mestre Chico, como você define seu trabalho em Gurugi, desde seu início aos dias atuais?
CM.Chico " Em dezembro/2004 completamos três anos de trabalho. O desenvolvido do mesmo sempre foi difícil, pois, para se ter um exemplo, no começo contávamos com 150 alunos da comunidade, depois teve uma queda no número de participantes e agora o trabalho volta a crescer. Nesse crescimento pretendemos tornar possível a produção cultural da comunidade que é muito forte e uma dessas forças é o Coco de Roda.
JCap " A realização do Festival 2004 correspondeu com suas expectativas?
CM.Chico " Nós tivemos um pouco de dificuldade, tendo em vista o desligamento do Grupo da Capoeira Angola Palmares, e agora estamos implantando uma nova caminhada como Capoeira Angola Comunidade, que tem seus próprios professores, contra-mestres, tendo-se o Mestre Naldinho a frente do trabalho. Mas isso não tirou o brilho do festival, pois tivemos esse ano a formatura de um professor, um contra-mestre, além de oito instrutores, que agora irão fazer parte dessa nova estrutura.
JCap " Do seu ponto de vista, como a sociedade, de modo geral, acompanhou esse festival e quais os pontos positivos que você apontaria como conquista desse espaço alcançado  pelo grupo até o momento?
CM.Chico " Foi um trabalho de equipe, realizado pelo grupo, e que contou com a participação de vários segmentos da sociedade paraibana, a exemplo da Universidade, de Escolas de Ensino Fundamental, Médio e Creches. A sociedade tem cooperado muito, e nós retribuímos com nosso trabalho.
JCap " Quais as expectativas agora com a desfiliação da Associação de Capoeira Angola Palmares?
CM.Chico " O desafio maior é unir todos em volta do Mestre Naldinho e fazer com que somemos os resultados desses desafios que são grandes. Para vencer tais desafios, contamos com nossa nova estrutura, que está bem segura, e que com certeza garantirá nosso sucesso nesse processo.
JCap " Você  acredita que essa desvinculação com a Capoeira Angola Palmares na Paraíba, ela tem uma conotação Política, Cultural ou Educacional?
CM-Chico " Educacional. O trabalho que o Mestre Naldinho vinha fazendo junto com a Capoeira Angola Palmares e apoiado pelo Mestre Nô, sempre foi de bastante êxito. Todavia, por algumas questões de desenvolvimento dos trabalhos, esse vínculo estava sendo difícil de ser mantido.  Então Mestre Naldinho decidiu caminhar de uma forma diferente. Esse sucesso se deve pelo fato do grupo contar com alunos dedicados, a exemplo de Bené, pesquisador da Cultura Popular, e dos professores, instrutores e contra-mestres do grupo. Esses fatores dão suporte ao mestre Naldinho em continuar o trabalho.
JCap " Uma sintese de como vem sendo desenvolvido a Capoeira Angola na Paraíba e a sociedade, de modo geral, tem aceitado essa prática!
CM-Chico " Mestre Naldinho desenvolve esse trabalho há 14 anos, e a atuação em conjunto com a sociedade tem nos fortalecido muito. Outro ponto forte é estarmos com bom relacionamento com todos aqueles que praticam a Capoeira Angola aqui na Paraíba. Trabalhando dessa forma todos crescemos.
JCap " Quais suas considerações finais!
CM-Chico " A mensagem que eu quero dizer, é que é de muito bom grado recebermos apoio como esse que JCap está dando a Paraíba, através das matérias que Bené irá produzir. Estamos também felizes como o resultado de nosso Festival. Existem outros que também estão programados. O resultado é um só: o crescimento da Capoeira Angola na Paraíba. Parabéns a todos e muita paz para os capoeiristas de boas intenções, sejam elas, políticas, sociais, culturais ou educacionais.
Nota da Redação: Na foto aparecem os Mestres Nô e Naldinho, no primeiro quadro, e o Contra-mestre Chico no segundo.
Entrevista realizada por Bené (PB) em Janeiro de 2005. Bené é pesquisador de Cultura Popular da Paraíba, e integrante do Grupo Zumbi de Cultura Popular.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MAG SHOPPING GANHA BRIGADEIRO GOURMET


(*) O Brigadeiro surgiu de uma campanha eleitoral. Hoje é um docinho que não pode faltar nas festas de aniversário e nem mesmo quando junta toda a galera. Um doce simples e muito conhecido é passado de geração para geração.

 Docinho favorito das crianças, estrela das festas de aniversário e primeira opção quando resolvemos “comer algo doce” em casa, é uma invenção brasileira.
Inicialmente chamado de negrinho – e chamado assim até hoje pelos gaúchos – estima-se que foi inventado na década de 20 ou 30 em São Paulo, por uma questão lógica, já que as fábricas de leite condensado e chocolate em pó estavam instaladas ali.
Quanto ao nome brigadeiro, à sabedoria popular conta que ele foi batizado assim em 1945, durante uma campanha eleitoral. Foi quando o Brigadeiro Eduardo Gomes disputou com Eurico Gaspar Dutra a presidência da República, sendo derrotado nas urnas. Gomes tinha o slogan “Vote no Brigadeiro, que é bonito e é solteiro” ganhando o coração das moças na época, que preparavam negrinhos em casa e os vendiam nas ruas com o nome de brigadeiro, fazendo alusão a Eduardo Gomes e destinando o dinheiro da venda ao fundo de campanha.
Hoje em dia temos diversas receitas de brigadeiro. O tradicional enrolado em deliciosos “bolinhos” o prático brigadeiro de colher, que era a versão “feita em casa” inclusive no micro-ondas para dar menos trabalho, mas esse acabou se tornando também destaque em festas, servido em pequenos potinhos. Pode ser envolto em chocolate granulado, amêndoas, nozes, e recheado com morangos ou uvas.
A elaboração do brigadeiro, embora simples, pressupõe o domínio de certos truques. ‘Pode-se deixar a massa cozinhar menos ou mais tempo’, ensina o pâtissier Flávio Federico, de São Paulo. ‘No primeiro caso, haverá um docinho de textura macia; no outro, ele ficará meio puxa-puxa e grudará nos dentes’. Existe um terceiro segredo. ‘Caso seja preparado em fogo muito alto e houver um movimento não uniforme da espátula ou colher na panela, o açúcar do leite condensado caramelizará e formará pequenas bolinhas crocantes na massa’, acrescenta Flávio Federico.
Diante destes fatores e sabores, Estréia nesse Sábado, dia primeiro de outubro, a partir das 10 horas da manhã no MAG SHOPPING, Brigadeiro Gourmet D & D, que para as promoters DUCA e DINA, o brigadeiro Gourmet D & D conquistará muitos corações na cidade de João Pessoa e por isso avisa que aqueles que querem aflorar seu lado romântico, não podem perderem a oportunidade de ver de perto a variedade de embalagens e brigadeiros que você pode tanto consumir por unidade ou levar as lindas embalagens que envolvem a magia do brigadeiro no nosso cardápio alimentar, declararam.

Contato: (83) 8824.7697
Email: brigadeirogourmetdd@gmail.com
(*) dados de texto extraído do Google e enciclopédia

(*)CARTA ABERTA PARA RENATO ARAGÃO






Chegou a nossa redação e processamos para o deleite dos nossos leitores, boa leitura


Querido Didi,
Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências)...
Achei que as cartas não deveriam ser endereçadas a mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido às suas solicitações.
Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e escrever uma resposta.
Não foi por “algum motivo” que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos).
Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação!
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas, mas, comigo não.
Eu não sou ministra da educação. Não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula.
A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos de idade, quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família.
Trabalhei muito e, te garanto TRABALHO NÃO MATA NINGUEM! Muito pelo contrário, faz bem!
Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro- empresária. 
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o GOVERNO FEDERAL tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa.
Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento e em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família. 
Eu pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, PORQUE SOMENTE A ESCOLA PÚBLICA NÃO ATENDE COM ENSINO DE QUALIDADE QUE, ACREDITO, MEUS DOIS FILHOS MERECEM!
Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir, pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais!
O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores dessa dinheirama toda não vêem a educação como prioridade!
PARA ELES, A EDUCAÇÃO LHES RETIRA A SUBSERVIÊNCIA E ÊSSE FATO, POR SI SÓ, NÃO INTERESSA AOS POLÍTICOS QUE ESTÃO NO PODER. POR ISSO, O DINHEIRO ESTÁ SAINDO PELO RALO; ESTÃO JOGANDO FORA, OU APLICANDO MUITO MAL!
Para você ter uma idéia, na minha cidade cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 8,82 (oito reais e oitenta e dois centavos), enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?
Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você!
É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria ser endereçada à Presidente da República!
Ela é "a cara”! Ela é quem tem a chave do cofre e a vontade política para aplicar os recursos!
Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ela faça o que for correto e necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. MAS, NÃO É O QUE ACONTECE!
No último parágrafo da sua carta, você joga, mais uma vez, a responsabilidade para cima de mim, dizendo que as crianças precisam da "minha doação" e que a "minha doação" faz toda a diferença...
Lamento discordar de você, Didi! Com o valor da doação mínima de R$ 15,00 (quinze reais) eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês, ou posso comprar pão para o café da manhã para 10 dias... ! Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas, R$ 15,00 (quinze reais) eu não vou doar! Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho!
Isso significa que o governo leva mais de um quarto de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família!
Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer NÃO para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom-senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, MANDE UMA CARTA PARA A PRESIDENTE "DILMA" pedindo para ela selecionar melhor os ministros e também os professores das escolas públicas! Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino.
Melhorar os salários daqueles profissionais também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação! Peça para ela, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam, além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso está sobrando sim! Diga para ela priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.
Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do UNICEF para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari!

OBS. 1: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.

OBS. 2: Aos otários que doaram para a criança esperança, fiquem sabendo: AS ORGANIZAÇÕES GLOBO ENTREGAM TODO O DINHEIRO ARRECADADO À UNICEF E RECEBEM UM RECIBO DO VALOR PARA DEDUÇÃO DO SEU IMPOSTO DE RENDA!!!
Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda!
POR QUE É ELA QUEM O FAZ!

OBS. 3: E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?
MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?
BRASILEIROS PATRIOTAS (e feitos de idiotas)! DIVULGUEM ESSA REVOLTA.... 
Isto deveria chegar a Brasília, não acha?

OBS. 4: E ela não falou nos 100 bilhões que vão ser gastos na Copa do Mundo.
(*) ELIANE SINHASIQUE (jornalista e publicitária)




quarta-feira, 21 de setembro de 2011

I CAMINHADA ECOLÓGICA CAPOEIRA ANGOLA QUILOMBO DO TALHADO SANTA LUZIA – PB


SOLICITAMOS AOS INTERESSADOS EM PARTICIPAR DA I CAMINHADA ECOLÓGICA DO PRÓXIMO DIA 15 DE OUTUBRO DE 2011, PARA IMPRIMIR A FICHA ABAIXO, PREEENCHER OS DADOS PESSOAIS E DEVOLVER PESSOALMENTE COM O COMPROVANTE DE PAGAMENTO NO VALOR DE R$ 50,00 CONTA 76.104-4 BANCO DO BRASIL EM NOME DE BENEDITO DOS SANTOS.

DOWNLOAD DA FICHA DE INSCRIÇÃO AQUI :
>> http://www.megaupload.com/?d=A7G0HZVE<<

OBS. PARA A ENTREGA DA FICHA DE INSCRIÇÃO VOCÊ TEM COMO OPÇÃO
01)   ENTREGAR NO ATELIÊ MULTICULTURAL ELIOENAI GOMES DO NASCIMENTO –RUA LADEIRA DA BORBOREMA – 101 – CENTRO HISTÓRICO – JOÃO PESSOA – PB
02)   PELO EMAIL BENEZUMBI@GMAIL.COM


VENHAM! SABER PELOS OUTROS NÃO VAI SER LEGAL!


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pesquisador Coordena “I CAMINHADA ECOLÓGICA” Capoeira Angola Quilombo do Talhado


O pesquisador em cultura popular Benedito dos Santos, a frente do trabalho com crianças e adolescentes na comunidade talhado compreendendo a zona rural e urbana, lança a proposta de uma caminhada ecológica no dia 15 de outubro de 2011, integrando população, sitio e vice-e-versa, aproveitando o frio da manha, o cantar dos pássaros, o encontro com caçadores e a própria natureza do lugar, são esses os ingredientes para tornar essa caminhada de uma distância  de 19 quilômetros, única na vida de todos aqueles que participarem da I Caminhada ecológica.
A ideia principal é envolver a sociedade de Santa Luzia e redondeza, além de participantes de outros municípios vizinhos do Estado.  Será mantado toda uma estrutura que possa dar tranquilidade e confiança a todos aqueles que investirem na busca de uma vida saudável com a natureza e para maior tranquilidade nesse contexto será aceito apenas trinta pessoas.
Segundo o coordenador do evento, o profissional de Relações Publica Benedito, esclarece que uma iniciativa dessa natureza é muita benéfica a cidade de Santa Luzia, pois visa à tomada de consciência da necessidade latente de cuidarmos das nossas reservas naturais e o nosso meio ambiente que anda muito prejudicado, não escapando nem as zonas rurais.
Questionado o publico alvo e objetivos da caminhada, esclareceu que o objetivo principal é trazer Educadores Físicos, formadores de opinião, historiadores, pesquisadores, estudantes e todos aqueles que se interessa por um processo de qualidade de vida e também dando sequencia ao processo de restauração do núcleo cultural Capoeira Angola Quilombo do Talhado esclareceu Bené, como é popularmente conhecido.
Outro ponto positivo para a realização desse evento é a participação da Secretaria de Saúde do Município de Santa Luzia, com o projeto mais saúde para crianças e adolescentes e o apoio dado pelos comerciantes da cidade, a exemplo do armazém da pipoca e supermercado nova vida.
Para participar do evento, cada participante investirá o valor de R$ 50,00 (cinquenta reais) que servirão para cobrir as despesas com a organização do evento e o que sobrar da arrecadação será investido na compra do material necessário para a restauração do núcleo, materiais como telhas, madeira, cimento, areia, barro, tijolo e mão de obra, declarou o coordenador da caminhada Benedito dos Santos, torcendo que todos venham para essa aventura que acontecerá no dia 15 de outubro de 2011, saindo às 04.00 da manhã de Santa Luzia com destino ao Sitio Talhado, com esta previsão de chegada para as 08h00mi da manha, onde se tomará café da manhã, além de caminhada por dentro do sitio no período da tarde e retornando pela manhã do domingo, fechando assim a I Caminhada Ecológica, finalizou Bené.
Para maiores detalhes, ligar para 9990.3864 ou e-mail benezumbi@gmail.com.br.


Santa Luzia– PB BRASIL
Outubro/2011